O dia 25 de novembro é um dia da luta de não-violência contra a mulher. A violência fisica contra a mulher ainda é uma realidade assustadora no nosso país. Entretanto, existem vários tipos de violência: Pisicológica, falta de assistência da saúde da mulher, equiparação salarial com os homens, etc. A violência fisíca contra a mulher vem sempre acompanhada da violência da alma feminina, por isso a dor é maior.
Por isso, amigas vamos participar do 1º passeio ciclistico a favor da não-violência contra a mulher que será realizada no dia 29 de novembro na cidade de Teresina - PI. "Pedalando pela vida das mulheres" terá a saída as 7:00h da manhã na praça da Bandeira(Centro) e a chegada será na praça do bairro Poty Velho, essa atividade tem como realizadoras a União das mulheres piauienses - UMP e a Aticulação brasileira de lésbicas - ABL.
A sua participação é importante companheiras!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Lezeira da comunidade quilombola Custaneira - Picos - Piauí
Pessoal, hoje 15 de outubro de 2009, as 18:00h a TV antares apresentou um documentário sobre a manifestação cultural das comunidades Quilombolas Custaneira e Tronco, que ficam no municipio de Santa Cruz do Piauí, próximo ao municipio de Picos, na região semi-árida do Piauí e situado no território Vale do Guaribas.
Manifestação essa que é uma mistura sincretica do catolicismo com a Umbanda, o depoimento mais importante foi a da mãe Maria do espirito Santo, no qual o entrevistador perguntou: Qual sua religião? Ela toda de mãe de santo, respondeu - Sou católica, assim né. Esta resposta mostra como o catolicismo e a Umbanda nessas comunidades são próximos.
Este documentário faz parte do inventário das manifestações culturais quilombolas realizado pelo o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artistico Nacional - IPHAN. belissima reportagem, bom roteiro, estão de parabéns. Principalmente a comunidade que recebeu todos em festa e sem a vergonha de se mostar negros/as, quilombolas, portadores de sua identidade étnica.
Ao animador da comunidade Naldinho, um axé especial, pois ele consegue levar todas as dificuldades de sua comunidade, no qual a maior delas é a titulação das terras, para a roda da lezeira e fazer dela o maior instrumento de sua luta. Parabéns!
Rosymaura Duarte(Rose)
Manifestação essa que é uma mistura sincretica do catolicismo com a Umbanda, o depoimento mais importante foi a da mãe Maria do espirito Santo, no qual o entrevistador perguntou: Qual sua religião? Ela toda de mãe de santo, respondeu - Sou católica, assim né. Esta resposta mostra como o catolicismo e a Umbanda nessas comunidades são próximos.
Este documentário faz parte do inventário das manifestações culturais quilombolas realizado pelo o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artistico Nacional - IPHAN. belissima reportagem, bom roteiro, estão de parabéns. Principalmente a comunidade que recebeu todos em festa e sem a vergonha de se mostar negros/as, quilombolas, portadores de sua identidade étnica.
Ao animador da comunidade Naldinho, um axé especial, pois ele consegue levar todas as dificuldades de sua comunidade, no qual a maior delas é a titulação das terras, para a roda da lezeira e fazer dela o maior instrumento de sua luta. Parabéns!
Rosymaura Duarte(Rose)
terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Sujeitos e sujeitas de autonomia
Mulheres negras que como muitas "Marias" desde país sofrerão e sofrem o duplo preconceito, o primeiro de serem negras e o outro de serem mulheres.
Mas como a música fala "É preciso ter sonho sempre
quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida"
Os negros e negras deste país foram torturados, negras violentadas, crianças negras mortas, um povo que sofreram e sofrem ainda hoje a marca da discriminação e preconceito, mas em que nehum momento perderam a capacidade de sorrir, cantar, dançar e principalmente lutar pelos seus ideias de liberdade.
Como o movimento quilombola veio ressignificar a luta pelos direitos dos negros e negras deste país. Isto é, a partir da Contistituição Fedral do Brasil de 1988, os negros e negras quilombolas deixaram de ser sujeitos passivos de sua história e passaram a serem "sujeitos de autonomia", principalmente as mulheres, pois foram estas as verdadeiras guerreiras de quilombos, pois resistiram a ficar em localidades isoladas, mantendo as tradições, culturas, etc dos antepassados quilombolas.
Rosymaura Duarte
Mas como a música fala "É preciso ter sonho sempre
quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida"
Os negros e negras deste país foram torturados, negras violentadas, crianças negras mortas, um povo que sofreram e sofrem ainda hoje a marca da discriminação e preconceito, mas em que nehum momento perderam a capacidade de sorrir, cantar, dançar e principalmente lutar pelos seus ideias de liberdade.
Como o movimento quilombola veio ressignificar a luta pelos direitos dos negros e negras deste país. Isto é, a partir da Contistituição Fedral do Brasil de 1988, os negros e negras quilombolas deixaram de ser sujeitos passivos de sua história e passaram a serem "sujeitos de autonomia", principalmente as mulheres, pois foram estas as verdadeiras guerreiras de quilombos, pois resistiram a ficar em localidades isoladas, mantendo as tradições, culturas, etc dos antepassados quilombolas.
Rosymaura Duarte
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
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